27 mar2014

CONTO ERÓTICO – JAPA TATUADA

por Aninha

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Ela era japa de verdade, mas até que era alta com seu 1,70m de altura. Os peitos, de tamanho médio, eram firmes e redondos como duas laranjas maduras, com biquinhos pequenos e escuros. A bundinha, firme e pequena, com aqueles furinhos em cima que eu adoro!
Nas costas, uma imensa tatuagem colorida de dragão. Os pezinhos, pequenos e delicados, com as unhas pintadas de preto, assim como as mãos de dedos finos e longos. Eu beijava suas coxas até chegar à sua bucetinha e me perder naquela maravilha, sugando tudo com muito prazer.
Ela gemia muito discretamente, acariciando meus cabelos e me envolvendo com suas pernas, os pezinhos roçando de leve minhas costas. Louco de desejo, me deitei na cama, daí ela subiu sobre mim.
A gata ficou me beijando até segurar meu pau e começar um boquete delicioso, envolvendo meu sexo com sua boca quente e suas mãos macias. Ela ficava me olhando enquanto chupava e eu observando sua boca engolindo meu pau lentamente, com um sorriso no cantinho.
Eu via os intrincados desenhos de sua tatuagem se mexendo enquanto seu corpo se mexia e sua boca trabalhava direitinho em meu cacete. Depois, ela se virou de costas para mim e foi abaixando sua bundinha sobre meu rosto.
Comecei a lamber seu rabinho apertado enquanto ela continuava me chupando. Eu sentia seus pezinhos macios tocando meus braços enquanto estávamos engatados, que delicia de mulher.
Não estava mais aguentando de vontade, então peguei uma camisinha, daí ela colocou-a em meu pau com a boca, revelando habilidade e experiência. Depois, ainda de costas, foi engolindo meu pau com sua bucetinha.
Até que entrou tudo e ela soltou um pequeno gritinho. Aos poucos, ela foi pegando o ritmo, daí eu sentia sua xoxota apertando meu pau e o dragão em suas costas se mexendo conforme os movimentos de seu corpinho sarado.
Muito safada, ela sempre olhava para trás, dando sorrisinhos e perguntando se eu ia gozar. Eu estava aguentando bem, mas a danada aumentou o ritmo, fodendo sem parar, daí eu não consegui mais segurar e gozei muito.
Ela, sempre sorrindo, saiu de cima do meu pau, pegou a camisinha, deu um nó e jogou num cestinho de lixo ao lado da cama. Ficou em pé, olhando enquanto eu me vestia, daí eu tirei duas notas de cem dólares e entreguei a ela. Saí pelas ruas de Tóquio mais pobre, mas muito feliz!

14 jan2014

CONTO ERÓTICO – VERÃO SEXY

por Aninha

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Meu amigo Sidney tem uma casa de campo que é um espetáculo, sempre que ele me convida para passar um fim de semana eu topo. Nas férias de verão, passei uma semana por lá e levei minha amiga Rita, uma ruiva alta e bem sacaninha, que adora uma bagunça.
Naquela tarde, a galera tinha saído para ver uns voos de asa delta. Eu e Rita não queríamos saber de nada, só queríamos ficar curtindo o sol e um sonzinho tranquilo. Achei que estávamos sozinhas, mas, do nada, Sidney apareceu com aquele corpaço, só de sunga.
Rita, que era muito safada, pediu para Sidney passar protetor solar nela. Ele deu uma risadinha, fingiu que não toparia, mas acabou passando o creme nas costas dela. Safada, ela pediu para descer mais, aí ele não teve pudores e foi passando em toda a extensão de sua bunda.
Resolvi entrar na balada e tirei o top, ficando de topless. Notei que o membro dele estava explodindo dentro dos shorts. Rita virou de frente e também tirou o top, aí ele foi passar protetor nos peitos dela. Ela gemeu gostoso.
Aí, fui por trás dele e fiquei dando beijinhos na orelha, alisando suas costas. Sidney não aguentou e abaixou as calças, mostrando o pau duro e as coxas saradas. Rita, sentada, engoliu a vara dele, que fechou os olhos e gemeu.
Eu dava mordidinhas na bunda dele, alisava as bolas. Daí, tirei o pau dele da boca de Rita. Ela ficou de quatro, empinando a bunda, daí Sidney começou a foder minha amiga. Ele mandava bem, eu ficava esfregando os biquinhos dos peitos nas costas dele, que estava todo arrepiado.
Os peitos de Rita balançavam a cada metida dele, que delirava de tesão. Rita não aguentou e gozou, aí eu deitei no lugar dela, abrindo as pernas para receber sua vara. Ele metia forte, Rita o beijava na boca e depois vinha mamar meus peitos, esfregar seus peitos em mim e nele – uma loucura!
Fiquei de quatro, enquanto ele metia e Rita lambuzava meu cuzinho com bronzeador. Ela tirou o pau dele da minha boceta e foi encaixando no meu cuzinho. Com calma, ele socou tudo e depois acelerou os movimentos.
Adoro sexo anal e sentir mãos fortes segurando minha bunda, enquanto uma vara me arromba… E a safada da Rita mandando ele socar mais e mais forte. Nossa, gozei muito, gritando que nem uma doida!
Depois, caímos na piscina e ficamos brincando até que ouvimos o barulho dos carros se aproximando da propriedade. Vestimos as roupas e fingimos que nada havia acontecido. E esse foi só o segundo dia daquela viagem!

11 nov2013

Instalando o Portão

por Aninha

Era uma tarde normal como qualquer outra, depois do almoço. Eu estava no escritório em meio aos livros, escrevendo minha tese. Apesar de tudo, estava bem concentrada no trabalho e não ouvi a campainha tocando.
De repente, vários toques seguidos me tiraram da concentração, foi quando lembrei que a empregada estava fora. Desci correndo as escadas para atender a porta. Eram os instaladores do portão que meu marido havia encomendado.
A surpresa maior mesmo foi que eles eram muito gatos – morenos e musculosos! O sexo com meu marido já não rolava mais havia meses, então ver aqueles dois homens fortes ali mexeu muito comigo.
Levei-os até a garagem com o coração na boca, estava muito excitada. Acho que dei muita bandeira, porque quando terminaram o serviço, me olharam maliciosamente e, de repente, me dei conta que eles já estavam me beijando!
Eles apalpavam meus peitinhos, enfiavam a mão por baixo da calcinha, bolinando minha xoxotinha. Puxei os dois para o meu quarto, em pouco tempo, os dois estavam nus e eu adorei, fiquei chupando um, depois o outro.
Eles eram fortes, daí um deles me levantou no ar, enquanto o outro colocou a pica na entrada de minha xoxota.
Estava tão entregue ao momento que acabei nem pensando em colocar camisinha, foi uma verdadeira loucura! Ele me penetrou com cuidado, e, aos poucos, fui me soltando. Fui colocada em cima da cama e o outro cara praticamente enfiou seu pau em minha boca!
Enquanto isso, o outro me fodia sem a menor cerimônia. Ele me penetrava suavemente, enquanto o outro puxava minha cabeça enquanto eu o chupava. Bruto, ele empurrou o companheiro e começou a meter com violência.
Eu chupava o gato com todo o prazer, aquele membro lindo, parecia um consolo de tão bonito! O primeiro grunhia, gemia muito e gozou dentro de mim. Aí, o outro não se conteve e soltou vários jatos quentes em minha boca.
Isso foi tão excitante que me fez gozar alucinadamente, foi uma loucura! Depois, eles saíram rapidinho do meu quarto, e, felizmente ou não, foram muito discretos. Nada mais aconteceu e ninguém soube de nada.
Mas foi tudo o que eu precisava para acabar de vez com meu casamento chato e mudar de vida. Hoje, sou uma mulher livre de amarras e preconceitos, pronta para o que a vida tem a me oferecer de mais estimulante!

Tati Oliveira

Confira histórias ainda mais safadinhas no site oficial do Sensual Club. Esta semana, os contos estão imperdíveis – divirta-se!

26 set2013

Conto Erótico – NINFETINHA

por Aninha

Foi uma coisa louca que eu fiz, mas meu desejo falou mais alto e eu não resisti a tentação. Estava com minha namorada e fomos até o litoral com os dois filhos dela, uma menina de 14 e um moleque de 16.
Lá, costumamos ficar numa pousada, a proprietária é amiga de infância dela. Ficamos várias vezes sem pagar nada, apenas pagamos os alimentos e bebidas consumidos. É uma boa, pois o lugar é muito bom e economizar uma grana sempre cai bem.
A amiga dela é grandona, não é bonita, mas tem um rosto bem feito. Ela é casada e tem dois filhos, um menino de 12 e uma menina de 16. Por vários motivos, ficamos uns dois anos sem aparecer por lá.
Quando voltamos, tomei um susto. A menina, chamada Olivia, estava quase tão alta quanto a mãe, praticamente da minha altura. Ela tem um rosto diferente, com a testa alta e proeminente, mas estava um tesão!
Fiquei alucinado, quando comi minha namorada naquela noite não pude evitar e pensei na garota, gozei muito! No dia seguinte, todo mundo foi até a praia vizinha comprar coisas para um churrasco. Fui ler na praia e, quando me dei conta, a garota estende a canga do meu lado.
Tentei relaxar, mas não conseguia. Ela me convidou para ir até as pedras no final da praia e, assim que ficamos sozinhos, tirou a parte de cima do biquíni e mostrou os peitinhos. Tentei evitar, falei para ela se cobrir, mas daí ela tirou a parte de baixo, mostrando a xoxotinha linda, com poucos pelos.
Sem falar nada, chegou perto de mim, me abraçou e me beijou. Não aguentei, era demais para mim, beijei a gatinha com vontade, agarrando sua bunda, chupando seus peitinhos perfeitos, morrendo de tesão!
Ela falou que queria dar pra mim e só estava esperando a hora certa. Ela pegou a canga e se deitou numa canga, abrindo as pernas. Chupei sua bucetinha, brincando com seu botãozinho rosado.
Ela gemia gostoso, daí tirei a pica para fora e, devagar, fui forçando a entrada. Ela pegou a camiseta e colocou na boca para não gritar. De repente, meu pau entrou, comecei a bombar devagarinho, metendo gostoso.
Ela gemia, sempre olhando para mim, em pouco tempo os virou os olhinhos para trás e gozou. Tirei o pau de dentro dela e gozei fora, quase escorrego nas pedras. Ela jurou que nunca contaria nada para ninguém. Hoje, dois anos depois, o segredo continua bem guardado!

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19 jul2013

Contos Lésbicos de volta ao Sensual Club

por Aninha

Olá, meus queridos, temos mais novidades no site do Sensual Club!

O assinante mais antigo sabe muito bem que contos eróticos com histórias do ponto de vista de lésbicas não são novidade no site, mas já faz um bom tempo que uma reformulação de conteúdo acabou banindo essas histórias de garotas que gostam de garotas.

A boa nova desta semana é que, atendendo a pedidos (e foram muitos, viu?), você vai poder acompanhar as aventuras femininas mais malucas e inusitadas novamente!

É isso mesmo, os contos lésbicos estão de volta ao Sensual Club – e com desejo total! Corra pro site agora e confira os selecionados desta semana!

Beijos.

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11 jul2013

CONTO ERÓTICO: MULHER DO VIZINHO

por Aninha

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Aquela história de que a vida imita a arte aconteceu comigo na semana passada. Quer dizer, não sei se é exatamente a “arte” ou os filmes pornô, porque foi uma trepada sensacional, acho que, de tão boa, poderia mesmo ser qualificada como arte!
Vivi a vida toda na mesma cidade, daí surgiu uma oportunidade profissional irrecusável em outro estado. Jovem, solteiro e sem filhos, topei na hora. A empresa pagaria casa, carro e despesas médicas, fatores importantes para fazer um pé de meia.
Comecei a trabalhar numa segunda-feira, ainda cansado da viagem e da mudança. A semana transcorreu tranquila. Aos poucos, fui conhecendo os arredores de onde estava morando – um bairro agradável, com algumas colinas e muitas ruas planas, perfeitas para minhas corridas.
Foi justamente treinando, lá pelas sete da noite, que encontrei uma morena espetacular na rua, também correndo. Nossos encontros casuais foram se tornando cada vez mais frequentes e numa manhã, quando fui trabalhar, vi que ela morava na casa ao lado.
Ela estava saindo de carro e resolvi arriscar. Puxei um papo durante o treino. Mariana era casada, o marido viajava muito em virtude do trabalho numa multinacional. Ela era psicóloga, ainda não tinham filhos.
Dava para notar uma certa melancolia nela, acho que o marido não valorizava a delícia que tinha em casa! Fiquei na minha, tentando me aproximar aos poucos – não queria acabar com o casamento de ninguém.
Só que uma mulher dessas a gente não despreza jamais! Até que um dia, nos encontramos no treino e corremos juntos um tempo. Depois que voltei para casa e tomei banho, toca a campainha.
Era ela, com uma garrafa de champanhe e um DVD nas mãos. Foi só começarmos a tomar a bebida que o clima pegou fogo, taquei-lhe um belo de um beijo, ela estava linda, só com short e camiseta de malha, os pezinhos enfiados em chinelos…
Arranquei suas roupas e deitei-a no sofá, beijando seus pés e chupando seus dedinhos. Fui subindo pelas coxas bronzeadas, passando pela marquinha de biquíni, chegando nos peitos durinhos, de bicos escuros e macios.
Aí, fui descendo pela barriguinha sarada, até chegar na xoxota quase sem pelos, perfumada, molhadinha, deliciosa! Ela gemia, enquanto sua mãozinha macia agarrava meu pau, duro que parecia explodir.
Saí correndo atrás de uma camisinha, voltei e a penetrei devagar, abrindo suas pernas. Ela olhava para mim com muito desejo, os peitinhos balançando a cada metida, meu pau cada vez mais duro… que mulher maravilhosa!
Eu não queria parar, mas não deu. Quando ela começou a gozar, não tive como ficar mais tempo e gozei junto com ela. Depois, ela ficou séria. Parecia que estava confusa. Cheguei perto e a abracei carinhosamente.
Falei para ela se tranquilizar, que não precisaria se preocupar comigo e que eu seria muito discreto. Vamos ver o que acontece, tenho medo de me apaixonar, porque a vizinha é tudo o que eu sempre quis numa mulher.

20 jun2013

CONTO ERÓTICO – AMANTE IDEAL

por Aninha

Ele se aproximou sem dizer uma palavra e sem tirar os olhos dos meus. Era um cara ousado, mas educado. Com muita suavidade, passou as mãos nos meus cabelos, que agora estão mais compridos, passando dos ombros.
Dos cabelos, a mão começou a tocar meu rosto e meu pescoço. Com a outra mão, ele tocava meu braço. Um leve sorriso se esboçou em seu rosto, que se aproximava cada vez mais do meu, até nossos lábios se colaram, num beijo suave, mas muito quente e prolongado.
Minha resistência caiu por terra, não teria mais como segurar o tesão que sentia por aquele homem. Terminado o beijo, ele sorriu, suave como antes, e voltou a me beijar, desta vez com mais vontade e por mais tempo.
Eu sentia que ficaria molhada em pouco tempo, ele me excitava demais. Ao afastar o rosto, ele segurou minha mão e me levou para o segundo andar por uma longa escada de mármore branco que fazia uma curva.
Chegamos a um quarto imenso, com um cama coberta por um dossel branco. A luz dos abajures era suave e convidativa. Meu vestido branco, de tecido leve, balançava um pouco com a brisa leve que entrava pela janela.
Lá fora, os animais noturnos davam o ar da graça, o resto era só silêncio e paz. Ele se aproximou, olhando fixamente para mim, e suas mãos fortes e macias puxaram as alças do meu vestido, que caiu no chão.
Delicadamente, ele levantou meus pés, um de cada vez, tirando as sandálias prateadas de salto alto. Ao tirá-las, beijou meus pés com muito carinho, me deixando ainda mais entregue. De joelhos, puxou minha calcinha para baixo e deu alguns beijinhos ao redor do meu sexo.
Deitou-me na cama e tirou suas roupas, revelando um corpo perfeito e um membro potente já a caminho de uma ereção. Deitando-se sobre mim com suavidade, ele me beijou mais uma vez, acariciando meus cabelos.
Depois, sua boca carnuda continuou descendo por meu pescoço, meu colo, até chegar a meus seios. Suas mãos faziam movimentos suaves para cima, enquanto sua boca chupava meus bicos intumescidos com suavidade.
Ele dava mordidinhas de leve, puxando um pouquinho com os dentes e me levando à loucura. Depois, desceu por minha barriga e chegou a meu sexo, onde sua língua explorou todos os cantinhos, chupando meu cuzinho…
Eu estava quase gozando, mas aí ele levantou e me penetrou – foi o paraíso! ele começou num ritmo lento e constante, daí foi acelerando, acelerando… Aí, levantou meu bumbum do colchão, enquanto fincava sua tora em mim.
Comecei a gozar alucinadamente, a gritar, a suar feito louca! Aí, assustada, acordei e descobri que tudo não passou de um sonho – ufa! Que pena, pelo menos deu tempo de gozar, pois eu estava completamente encharcada!

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02 mai2013

Conto Erótico – Abundância

por Aninha

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Sempre achei esquisito quando algum amigo ou em uma conversa, o cara falar que só gosta de mulher magra, que não gosta de mulher negra, enfim, essas restrições. Acho uma grande bobagem tudo isso. Mulher é a melhor coisa que existe, não tem essa de ficar com preconceitos idiotas.
Tudo bem, se a mulher for gorda demais, realmente não dá pra encarar – esse tipo de tara eu não tenho, infelizmente. Mas se for daquelas gordinhas durinhas, meu amigo, talvez seja o melhor tipo de mulher pra se transar.
As flácidas, de barriga caída, não me interessam, mas essas todas durinhas são deliciosas. Isso também pelo seguinte: a mulher gostosa demais acha que o homem tem que fazer tudo para ela, daí a danada não se esforça nem um pouco pra agradar, sobe no pedestal e o cara que se vire!
As gordinhas são muito mais generosas, carinhosas, se doam muito mais! É por isso que eu sempre fico de olho nessas mulheres – é bem mais fácil uma mulher assim cair no seu colo do que uma gostosona que todos cobiçam!
A mais recente de minhas aventuras com as mulheres de formas, digamos, abundantes, foi há uns meses atrás. Fiquei olhando para ela dentro do metrô e, para minha sorte, saímos na mesma estação.
Era um sábado à tarde, daí arrisquei e convidei-a para um café. Ela disse que toparia, mas que preferia um chopinho! Melhor ainda, fomos para um bar e, depois de meia hora de papo, já estava na cara que rolaria.
Se chamava Suzy, branquinha, seios grandes, cabelos loiros, boca carnuda. Fomos direto pro motel. Caímos na cama nos beijando, eu apertando aquelas carnes macias e suculentas. Tirei a blusa dela, abri o sutiã e fiquei chupando os bicos grandes, clarinhos, que ficaram duros em contato de minha boca.
Ela alisava meu pau por cima da cueca, depois puxou-a para baixo. Fiquei de joelhos na cama, ela, de quatro, começou a mamar meu cacete. O espelho em frente me deixou mais tesudo, pois eu via o bundão dela refletido, a xoxota carnuda meio aberta…
Ela chupava muito bem, daquele jeito eu acabaria gozando em sua boca, então peguei uma camisinha, e fui por trás dela, metendo a rola na buceta molhada. Ela gemia, rebolava aquela bunda gostosa, e eu metia fundo.
Fiquei com mais tesão ainda quando via a cena refletida no espelho – deveria ter deixado a câmera do celular ligada! Ela começou a gozar, mas eu consegui segurar e mudei de posição, fui por cima mesmo, no papai-mamãe – assim eu poderia sentir seus peitos grandes roçando em mim!
Ela me agarrava, me beijava, acelerei os movimentos, daí não demorou muito e ela gozou de novo, daí eu não segurei mais e gozei também. Foi uma bela trepada, mas acho que não vai rolar tão cedo novamente, pois Suzy tem namorado. Nada mal pra um sabadão à tarde sem nada pra fazer, certo?

02 abr2013

Conto Erótico – UMA GATA FOGOSA

por Aninha

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Existem algumas mulheres que pegam a gente desprevenido. O tipo de mulher que não te faz virar o pescoço quando passa na rua, mas que te pega de jeito na hora do vamos ver – cheira bem, beija bem, sabe fazer a coisa certa na hora certa. Uma dessas mulheres eu conheci através de um amigo.
Estava rolando uma festinha de arromba, com muito som, muita bebida, enfim, tudo o que é preciso para cair na gandaia. As moradoras da casa estavam dando uma festa de despedida, pois estavam para se mudar de lá.
A uma certa altura, meu amigo me apresentou a dona da casa e da festa, Carla, uma mulher bem branquinha, meio cheinha, de cabelos encaracolados, seios grandes e sorriso largo. Dançamos uns dois minutos, nos olhando.
Até que ela tomou a iniciativa e lançou seus braços em torno do meu pescoço e me beijou. A mulher sabia tudo de beijar, estava naquela idade onde a mulher já não é mais menininha e nem tampouco coroa.
Era um beijo muito bom, um abraço envolvente, daqueles que você sente os peitos macios, uma delícia. Era tarde da noite, várias pessoas já tinham ido embora, então ela me levou para uma salinha bem escondida, acho que era uma despensa, não me lembro muito bem.
A janela ficava bem diante do poste de iluminação da rua, criando uma luz difusa no ambiente. Ela deixou o vestido de alcinhas cair, mostrando os peitos deliciosos e a xoxota de pelos fartos.
Aquilo me deixou maluco, chupei seus peitos com gosto, macios e grandes, do jeito que eu gosto. Sua mão agarrava meu pau já duro, abri o zíper e deixei que ela fizesse um boquete. Ela chupava muito bem, punhetando meu cacete enquanto sua boca engolia a chapeleta, ela acariciava minhas bolas.
Ela se apoiou na parede com as pernas abertas, daí pude lamber sua boceta à vontade – nunca tinha trepado com mulher nesse esquema! Pus uma camisinha e fui penetrando lentamente, sentindo sua xoxota apertar meu pau.
Comecei a bombar com ela de costas, apertando seus peitos e enfiando a língua em sua orelha. Ela gemia, rebolava, suas mãos me agarravam contra seu corpo. Depois, me sentei num banco de madeira e ela veio por cima, nua, só de salto, cavalgando meu cacete – que tesão!
Eu metia gostoso nela e ao mesmo tempo chupava seus peitos que balançavam a cada estocada. Ficamos nessa por um tempinho até que ela começou a gozar e eu fui junto, enchendo a camisinha com meu leite.
Nos vestimos e, ao voltarmos para a festa, todo mundo já tinha ido embora, já era bem tarde. Nos despedimos com um selinho e eu fui dirigindo para casa, feliz da vida, para depois dormir como uma criança!

15 fev2013

Duas Rodas

por Aninha

Desde bem cedo, desde menininha, era fascinada por motocicletas. Quando os hormônios começaram a bombar em meu corpinho adolescente, este fascínio se estendeu também aos homens com motocicletas.
Não aqueles gordos tatuados em motos barulhentas! O meu tesão é por motos velozes e modernas, pilotadas por homens em boa forma. Eu mesma também piloto, então volta e meia encontro uns tipos bacanas em pontos de parada, postos de gasolina, e muitos outros lugares por este Brasil afora.
Sou morena, alta, corpo esguio, seios grandes de biquinhos rosados, não ficarei na falsa modéstia, sou bonita mesmo! Tenho 25 anos de idade e piloto moto desde os 15. Aprendi com meu primeiro namorado – que tinha uma, é claro!

O que vou contar agora foi uma experiência incrível que tive em duas rodas. Estávamos na cidade, era um dia de verão, estava só de top, shortinho e sandália, dando uma volta perto da praia.
Ali, o policiamento era bem relaxado, então quando eu estava de boa nem usava capacete. Distraída, quase atropelei um gato que saía de praia, só de bermuda e chinelos, cabelo curtinho, sarado, olhos verdes, demais!
Pedi desculpas, daí ele falou que me desculparia se eu lhe desse uma carona. Não pensei duas vezes, ele subiu na garupa e fomos seguindo pela orla. Nas curvas, suas mãos fortes tocavam minha pele, o que me deixava arrepiada.
Aos poucos, fui sentindo um volume tocando meu bumbum, ele se inclinava, eu podia sentir seu hálito quente em meu pescoço. Não resisti, saí da estradinha e parei atrás de umas pedras, nos beijamos na hora.
Ele tirou meu top, beijando meus peitinhos, descendo pela barriga e abrindo meu shortinho jeans. Estava sem calcinha, ele beijava minha xoxota, deixo só uns pelinhos em cima, daí ele continuou abrindo meu sexo com sua língua quente e esperta. Abaixou meu shorts, fiquei só de sandálias.
Ele abaixou a bermuda e seu pau duro surgiu diante de mim, não tive opção senão me agachar e mamar aquela vara deliciosa. Ele delirava de tesão, eu acariciava suas pernas saradas, arranhava seu bumbum durinho…
Fiquei de costas para ele, apoiada nas pedras, e senti seu membro quente me penetrando por trás. Era grande, mas eu estava tão molhadinha que não senti dor alguma, só um prazer que crescia a cada estocada.
Ele era mais baixo que eu, então estava na ponta dos pés enquanto me comia, apesar do tesão não pude deixar de ver graça naquilo! Mas logo a graça foi substituída por uma sensação deliciosa, o orgasmo tomou conta de meu corpo e gozei loucamente com o gato me penetrando.
Ele foi junto comigo, seu gozo escorria pelas minhas pernas. Ficamos ali, nos olhando, sorrindo, daí nos vestimos e, como prometido, deixei meu carona onde ele havia pedido. Nunca mais o vi, mas foi bom demais. Hoje em dia não me arrisco mais desse jeito, mas naquele tempo…

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